Fortalezando: Dragão do Mar

Com visita marcada e companhias para lá de especiais, fui ao Centro de Arte e Cultura Dragão do Mar, ali pertinho da Praia de Iracema. Já conhecida a noite do Dragão, que, por sinal, é para todos, e quando digo todos é TODOS mesmo. Acho que se me pedissem para resumir o local em uma palavra seria diversidade. As fotos foram feitas, na verdade, para um trabalho do curso de Jornalismo de uma amiga muito querida. Dessa forma, não são todas de minha autoria. Mas é claro que eu aproveitei e resolvi fazer post aqui no BCH. A ideia era fotografar a arquitetura do lugar. Meus eternos agradecimentos a Lívia Lira, pelo convite, e a Rafa Palhano, pela companhia.

Quanto ao local: já expliquei no post anterior do projetinho “Fortaleando” que as fotos serão expositivas. Tento falar o mínimo possível. O ideal mesmo é que as pessoas sintam curiosidade em conhecer os locais – e Fortaleza como um todo – através das fotos. Porque nós bem já sabemos: uma imagem vale mais que mil palavras.

Não esqueçam de conhecer a cidade de forma compartilhada. Usem a hashtag #Fortalezando nas redes sociais!

As minhas galerias favoritas no instagram ♥

Instagram ontem, instagram hoje, instagram sempre!



Mais uma listinha aqui no blog e, dessa vez, eu resolvi escolher os meus perfis preferidos lá do insta. A ideia de listá-los é velha, mas como o tempo livre (que tempo livre, minha gente?!) tem sido curto por conta da faculdade – e eu juro pr’ocês que esse post deveria ter saído no feriado da semana santa – ele só saiu agora. Graças a quem? As férias!
Eu disse: FÉRIAS!!!!!

Dessa vez eu vou listar cinco galerias que eu não consigo ficar sem visitar, as queridinhas do meu feed e, das que eu conheço, as mais completas do instagram. Nelas eu encontro: arte, natureza, moda, pontos de vista diferentes, lugares  que todo mundo conhece mas quase ninguém vê, cores, sombras, luz, amor e ♥. 



A galeria da Vica é um combo completo: moda, organização e inspiração. Estudante de Direito – assim como yo – super dedicada, vive postando fotos que só despertam mais e mais a vontade de estudar em quem a segue. Se veste super bem e tem uns cachorrinhos lindos. Sem mais blablabla. Confiram.   



A galeria da Ivy transborda arte. Sempre que sobra um tempinho eu corro para dar uma olhadinha. Se você gosta de cores, certeza que vai gostar das fotos dela. Além de nos presentear com fotos lindas, a Ivy é uma querida. Sigam, sigam, sigam!






O que eu mais gosto nas fotos da Hariana é a energia que elas transmitem. Sabe aquele ditado que diz “uma imagem vale mais do que mil palavras”? Mais que válido para os retratos da moça que nos mostra uma forma incomum de ver o comum. 






A Frida é outra querida que exala estilo e bom gosto – seja por moda, música ou comida! Haha! Vou nem comentar as fotos ♥ amorzinho ♥ de casal que ela posta que são despertam bons sentimentos na gente. 



Apesar da Gabi ter diminuído a frequência das postagens, o perfil dela continua sendo um dos mais queridos para mim. Referências literárias, natureza, moda e bichinhos. Não dá para não gostar, não é? 



Já que o assunto é instagram, o meu é @thaistdnj


Xx. 

Fotografe um livro: #Caio Fernando Abreu de A a Z

Fiquei um pedacinho da tarde passeando pelo instagram e, depois de muito fuçar por aí, acabei na minha própria galeria. Se o costume de casa vai à praça, eu não sei. Mas que os vícios refletem nos nossos feeds, é um fato. Entre as até então 181 fotos, eu pude notar um hábito: fotografar livros.
Entre os modelos um se destaca, o queridinho “#Caio Fernando Abreu de A a Z“. 


Um livro todo moderninho: com a cara das redes sociais que nós tanto usamos e muito bem organizado. 

Resuminho básico. 

O maior propósito do livro é esse: reunir trechos que são de fato e de direito do Caio. Com a febre pseudo-literária de legendar fotos com trechos de livros/filmes/músicas sem checar a veracidade do autor (e muito menos conhecê-lo), virou comum não só postar fotos nada-a-ver-com-a-legenda-mas-achei-bonito-e-vou-colocar, mas também disseminar trechos de “autores desconhecidos” com a assinatura de grandes autores. Caio foi um dos grandes – se não o maior. Perdão, Mrs. Lispector – afetados pela liberdade de alterar e repassar informações erradas nessa terra sem dono que é a internet.

Por isso o livro nos presenteia com trechos separados por temas (Abandono, ausência, carinho, coração, encontro […]) e organizado em ordem alfabética, o que só o torna ainda melhor. 







O design do livro é bonitinho, se aproveita da vibe “Caio-na-rede” e traz os trechos em formas de publicações do Facebook.



O livro também possui ilustrações, uma do Caio – o que eu acho sensacional! -, outras que parecem ter sido retiradas daquelas páginas que sua tia curte no Facebook, aquelas que têm um texto de auto ajuda ou alguma indireta retirada do Pensador, com uma imagem aleatória achada no Tumblr. Tirando esse pequeno detalhe, está tudo lindo!



Acho o livro um presente certeiro se você tem um amigo que gosta do Caio e volume indispensável na sua estante se você gosta do que o nosso guri escrevia. É o tipo de livro que você mantém na cabeceira da sua cama e resolve abrir sempre que está sentindo demais. Não importa o quê. Aliás, você não precisa nem saber o quê. Só pegue-o. O resto vem. Como um barquinho na correnteza


O livro também serve para quem sempre teve interesse em conhecer as obras do Caio, talvez começar por ele seja um bom primeiro passo. Acho a escrita do Caio muito intensa, bastante pessoal e sem pudor. O que ele tem a dizer pode causar estranhamento de início – foi assim comigo. Ele não é só as aparentes frases clichês que a grande maioria conhece. Caio é mais, eu costumo dizer que ele é escancarado. Um homem que escrevia para viver, e que, segundo ele, antes de qualquer coisa era escritor. Um gaúcho que queria muito que alguém o amasse por alguma coisa que ele escreveu.
Se eu pudesse dizer qualquer coisa a ele, diria que ele conseguiu. E agradeceria pela companhia durante noites e noites de solidão, paranoia e compreensão. 


“Sem amor. Só a loucura.”