01 #Wishlist: I wish… BOOKS! ♥

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Uma amiga querida me deu a ideia de escrever uma listinha com os livros que quero ganhar esse ano. Resolvi fazer melhor: criar a listinha aqui no blog. Assim vocês, ela e até minha mãe, podem, sei lá, querer me presentear com algum. Nunca se sabe quando alguém vai resolver ser gentil, não é? Haha!

Na verdade, a lista é mais para eu poder me organizar mesmo. Eu tô querendo faz um tempo esses livros e espero que em 2016 consiga pelos menos comprá-los. São só “8”. Fui realista na hora de listá-los.

 

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MINI-SINOPSE ♥

  “No ano que completei noventa anos, quis presentear-me com uma noite de amor louco com uma adolescente virgem”. E é assim, sem rodeios, que Gabriel García Márquez nos apresenta a história deste velho jornalista que escolhe a luxúria para provar a si mesmo, e ao mundo, que está vivo. Primeira obra de ficção do autor colombiano em dez anos, “Memória de Minhas Putas Tristes” desfia as lembranças de vida desse inesquecível e solitário personagem em mais um vigoroso livro de Gabriel García Márquez.

  • 02 ♥ A Arte de Argumentar

    Entrou para lista dos desejados quando passei a frequentar alguns encontros da Sociedade de Debates UFC e eles indicaram como leitura para quem quer aprender um pouco mais sobre retórica e argumentação. Já tentei ler em PDF (porque não tá $fácil$, amigos!), mas não encontrei na internet. Quero muito, muito ler. Estudar retórica e argumentação é até uma das metas do 101 coisas em 1001 dias.

MINI-SINOPSE ♥

 A argumentação está no cerne do funcionamento de nossa sociedade, em três níveis: político, midiático e profissional. Este livro se destina a estudantes dos primeiros anos da universidade, e tem o objetivo de ajudá-los a preparar-se melhor para exames e concursos, mas também para a vida profissional; é igualmente útil para profissionais já inseridos que desejem aperfeiçoar sua formação e professores do ensino médio.

MINI-SINOPSE ♥

A obra contém relatos de histórias do período em que a autora atuava como advogada “pro bono” em vários casos. Trata-se de um trabalho muito bonito e comovente, com casos que nos fazem refletir sobre a vida e todos os ensinamentos que estão à nossa disposição, mas que, na correria do dia-a-dia, não paramos para avaliar.

  • 04 ♥ V de Vingança

    Tem nem o que falar, gente. O filme é um dos meus preferidos da VIDA. Ainda não tive a oportunidade de ler a obra literária, por isso quero muito. Já vi ele lá na livraria Cultura e quase saí de lá chorando sem ele.

MINI-SINOPSE ♥

Londres. Cinco de novembro de 1997. Numa Inglaterra dominada por um regime totalitário, uma figura misteriosa chamada simplesmente V, usando vestimentas e uma máscara que evocam a imagem de um infame personagem histórico britânico, desponta no horizonte como a única chance de que haja liberdade novamente. Chegou a hora de alguém levantar a voz e dar um basta à situação vigente… Um verdadeiro marco na história da narrativa gráfica, V de Vingança é um hino à resistência e à necessidade de liberdade. Sua importância é tão grande que até hoje é apontada como uma das melhores publicações do gênero, tendo, inclusive, influenciado os irmãos Wachowski (criadores da trilogia Matrix) a produzir um excelente filme baseado na obra.

MINI-SINOPSE ♥

Obra-prima de Scott Fitzgerald, O Grande Gatsby é o romance americano definitivo sobre os anos prósperos e loucos que sucederam a Primeira Guerra Mundial. O texto de Fitzgerald é original e grandioso ao narrar a história de amor de Jay Gatsby e Daisy. Ela, uma bela jovem de Lousville e ele, um oficial da marinha no início de carreira. Apesar da grande paixão, Daisy se casa com o insensível, mas extremamente rico, Tom Buchanan. Com o fim da guerra, Gatsby se dedica cegamente a enriquecer para reconquistar Daisy. Já milionário, ele compra uma mansão vizinha à de sua amada em Long Island, promove grandes festas e aguarda, certo de que ela vai aparecer. A história é contada por um espectador que não participa propriamente do que acontece – Nick Carraway. Nick aluga uma casinha modesta ao lado da mansão do Gatsby, observa e expõe os fatos sem compreender bem aquele mundo de extravagância, riqueza e tragédia iminente.

MINI-SINOPSE ♥

Nesse segundo volume, a Autora se propõe a relatar experiências no exercício da advocacia “pro bono” e outras crônicas de situações cotidianas relativas aos direitos.

MINI-SINOPSE ♥

Quais São Nossos Deveres para com os outros como pessoas de uma sociedade livre? O governo deve taxar o rico para ajudar o pobre? O livre mercado é justo? Pode ser errado, às vezes, falar a verdade? Matar pode ser moralmente necessário? É possível, ou desejável, legislar sobre a moral? Os direitos individuais e o bem comum conflitam entre si? O curso “Justiça” de Michael J.Sandel é um dos mais populares e influentes na Universidade de Harvard. Quase mil alunos aglomeram-se no anfiteatro do campus para ouvir Sandel relacionar as grandes questões da filosofia política aos mais prosaicos assuntos do dia e, neste outono, a rede pública de televisão transmitirá uma série baseada em suas aulas. Justiça oferece aos leitores a mesma jornada empolgante que atrai os alunos de Harvard. Este livro é uma exploração investigativa e lírica do significado de justiça que convida os leitores de todas as doutrinas políticas a considerar as controvérsias familiares de maneira nova e iluminada. Ação afirmativa, casamento entre pessoas do mesmo sexo, suicídio assistido, aborto, serviço militar, patriotismo e protesto, os limites morais dos mercados — Sandel dramatiza o desafio de meditar sobre esses conflitos e mostra como uma abordagem mais firme da filosofia pode nos ajudar a entender a política, a moralidade e também nossas convicções. Justiça tem vida, provoca o raciocínio e é sábio — uma nova e essencial contribuição para a pequena prateleira dos livros que abordam, de forma convincente, as questões mais difíceis da nossa vida cívica.

  • 08 ♥ Coleção “As Grandes Ideias de Todos os Tempos” 

    Se não me engano, são 10 livros no total. Sou louca por eles por motivos de: parecem ser muito dinâmicos e falam de assuntos importantes e AS EDIÇÕES SÃO LINDAS. Não sei lidar. Eu gosto muito de ter os livros, mas gosto AINDA mais de livros em edições bonitas. Tipo aquelas dos livros da Jane Austen todos trabalhados em pano, sabe? Sofro muito nas livraria quando encontro. Sofro ainda mais com os preços. Vou colocar a sinopse e o link do Livro da Psicologia, porque se for colocar de todos o post fica muito extenso.

MINI-SINOPSE ♥

Seja ao candidatar-se a um novo emprego, buscar apoio para fobias ou compulsões, receber orientação sobre como melhorar o desempenho dos filhos na escola, a aplicação dos estudos da psicologia acompanham decisões e comportamentos a todo momento. Apesar disto, esta ciência ainda é uma área do conhecimento misteriosa para muitas pessoas. Muito além dos estudos de Freud e Jung, O Livro da Psicologia traz um panorama completo e detalhado sobre essa ciência da mente e do comportamento. Nele, a psicologia é abordada a partir de suas raízes filosóficas (desde as reflexões feitas por Descartes, ponto de partida da noção fundamental de subjetividade) e fisiológicas (com destaque para o neurologista francês Jean-Martin Charcot e seu diagnóstico dos mecanismos causadores da histeria). O entrelaçar dessas duas áreas permitiu que, em 1879, fosse dado o primeiro passo para a constituição da psicologia como ciência por meio da criação por Wilhelm Wundt do primeiro laboratório de psicologia experimental na Universidade de Leipzig, na Alemanha. O livro segue a mesma proposta de conteúdo e projeto gráfico de O Livro da Filosofia. Seguido de uma perspectiva cronológica, e com o apoio de esquemas e gráficos, a publicação destaca autores e contextualiza suas descobertas, traz um glossário, com os principais termos e teorias, além de conter um capítulo dedicado a apresentar os cientistas e psicólogos que ajudaram a aprofundar o conhecimento desenvolvido ao longo das décadas. O Livro da Psicologia é o mais atualizado livro sobre o tema, uma obra que despertará reflexões, destruirá preconceitos e instigará o leitor a buscar o autoconhecimento.

Me adicionem lá no Skoob!  ❤ 

Fotografe um livro: #Caio Fernando Abreu de A a Z

Fiquei um pedacinho da tarde passeando pelo instagram e, depois de muito fuçar por aí, acabei na minha própria galeria. Se o costume de casa vai à praça, eu não sei. Mas que os vícios refletem nos nossos feeds, é um fato. Entre as até então 181 fotos, eu pude notar um hábito: fotografar livros.
Entre os modelos um se destaca, o queridinho “#Caio Fernando Abreu de A a Z“. 


Um livro todo moderninho: com a cara das redes sociais que nós tanto usamos e muito bem organizado. 

Resuminho básico. 

O maior propósito do livro é esse: reunir trechos que são de fato e de direito do Caio. Com a febre pseudo-literária de legendar fotos com trechos de livros/filmes/músicas sem checar a veracidade do autor (e muito menos conhecê-lo), virou comum não só postar fotos nada-a-ver-com-a-legenda-mas-achei-bonito-e-vou-colocar, mas também disseminar trechos de “autores desconhecidos” com a assinatura de grandes autores. Caio foi um dos grandes – se não o maior. Perdão, Mrs. Lispector – afetados pela liberdade de alterar e repassar informações erradas nessa terra sem dono que é a internet.

Por isso o livro nos presenteia com trechos separados por temas (Abandono, ausência, carinho, coração, encontro […]) e organizado em ordem alfabética, o que só o torna ainda melhor. 







O design do livro é bonitinho, se aproveita da vibe “Caio-na-rede” e traz os trechos em formas de publicações do Facebook.



O livro também possui ilustrações, uma do Caio – o que eu acho sensacional! -, outras que parecem ter sido retiradas daquelas páginas que sua tia curte no Facebook, aquelas que têm um texto de auto ajuda ou alguma indireta retirada do Pensador, com uma imagem aleatória achada no Tumblr. Tirando esse pequeno detalhe, está tudo lindo!



Acho o livro um presente certeiro se você tem um amigo que gosta do Caio e volume indispensável na sua estante se você gosta do que o nosso guri escrevia. É o tipo de livro que você mantém na cabeceira da sua cama e resolve abrir sempre que está sentindo demais. Não importa o quê. Aliás, você não precisa nem saber o quê. Só pegue-o. O resto vem. Como um barquinho na correnteza


O livro também serve para quem sempre teve interesse em conhecer as obras do Caio, talvez começar por ele seja um bom primeiro passo. Acho a escrita do Caio muito intensa, bastante pessoal e sem pudor. O que ele tem a dizer pode causar estranhamento de início – foi assim comigo. Ele não é só as aparentes frases clichês que a grande maioria conhece. Caio é mais, eu costumo dizer que ele é escancarado. Um homem que escrevia para viver, e que, segundo ele, antes de qualquer coisa era escritor. Um gaúcho que queria muito que alguém o amasse por alguma coisa que ele escreveu.
Se eu pudesse dizer qualquer coisa a ele, diria que ele conseguiu. E agradeceria pela companhia durante noites e noites de solidão, paranoia e compreensão. 


“Sem amor. Só a loucura.”